segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

53 FOTOS RARAS DO ACRE ANTIGO

As fotos abaixo (e suas respectivas legendas) foram retiradas, por meio de inúmeras pesquisas, da famosa revista O Malho, editada no Rio de Janeiro, e fundada por Luiz Bartolomeu de Souza e Silva, e que começou a circular a partir de 20 de setembro de 1902. E revelam imagens um pouco raras do então Território Federal do Acre: registrando lugares, casas, pessoas, famílias, embarcações, políticos etc. As fotos abarcam, aqui, um período de 1905 a 1928.

Rio Acre – Barracão de seringueiro (O Malho, RJ, 18 de outubro de 1902, Ano I, N.5)


NA VILA EMPREZA – ALTO ACRE 
Oficiais do 15.º batalhão de Infantaria. (O Malho, RJ, 22 de julho de 1905, Ano IV, N.149)


DEPARTAMENTO DO ALTO ACRE
Contingente do 36.º de Infantaria destacado na Villa Rio Branco, antiga povoação da Empreza. (O Malho, RJ, 1 de julho de 1905, Ano IV, N.146)


A PREFEITURA DO ALTO ACRE
Capitão Dr. Bezerra Marsillac, alferes Pinto Monteiro, Dr. Paulo Queiroz, Mario Barbosa, Dr. Pedro Marques, capitão Pratagy e coronel Cunha Mattos, prefeito. (O Malho, RJ, 15 de julho de 1905, Ano IV, N.148)


UMA HEROINA DO ACRE
Retrato da acreana que marchou com as forças de Plácido de Castro na Volta da Empreza. Angelina achava-se na linha de fogo ao lado de seu marido. Cahindo este morto, Angelina apanhou a carabina do marido e continuando a bater-se heroicamente, conseguiu ferir no ombro direito o coronel Romero. Poucas horas depois Angelina cahiu prisioneira dos bolivianos, de cujo poder fugiu dias depois, passando por mil trabalhos e perigos. Hoje mora na Villa Rio Branco, Acre. (O Malho, RJ, 7 de outubro de 1905, Ano IV, N.160)


NO DEPARTAMENTO DO ALTO ACRE
A lancha Ayda ancorado no porto do Xapury. (O Malho, RJ, 7 de outubro de 7. 1905, Ano IV, N.160)


NAVEGAÇÃO DO ACRE – NAVIAS BRASILEIROS E BOLIVIANOS, EM PUERTO ALONSO.
A presente gravura mostra um canto daquela região feracíssima em que a natureza se nos apresenta assombrosa de pujança. A produção da borracha atrahe a Puerto Alonso grande quantidade de navios de pequeno calado, que na ida de Manaós vão carregados de mercadorias, voltando atopetados do famoso leite das seringueiras, de que os americanos do norte são os principais compradores. Eis um ponto do território brasileiro que não se parece nada com a rua do Ouvidor. (O Malho, RJ, 23 de setembro de 1905, Ano IV, N.158)


NO ACRE BRASILEIRO
A Praça d’Armas em Porto Acre (Puerto Alonzo). (O Malho, RJ, 30 de setembro de 1905, Ano IV, N.159)


NA VILA EMPREZA – ALTO ACRE
Quartel-general do comando das forças de ocupação militar do território litigioso no Acre. Coronel C. Mattos, tenente-coronel Cypriano Alcides, Dr. Caetano da Silva e alferes Lima Mindello. (O Malho, RJ, 22 de julho de 1905, Ano IV, N.149)


DEPARTAMENTO DO ALTO ACRE
Villa Rio Branco, ou antiga povoação da Empreza. Destroços de uma barraca, em que se veem dois cajazeiros brotados de dous de seus esteios. (O Malho, RJ, 1 de julho de 1905, Ano IV, N.146)

NO ALTO ACRE: a família de um seringueiro. Ao centro o respectivo chefe e ao lado, com uma creança ao colo, o coronel Joaquim Alves Maia, chefe acreano e proprietário do grande seringal Soledade. (O Malho, RJ, 28 de julho de 1906, Ano V, N.202)


NO ACRE, PALÁCIO DA JUSTIÇA DO ALTO JURUÁ: – Não se riam: o Acre não é a Avenida Central nem mesmo Jacarepaguá. É maior, todavia, porque produz borracha em penca. Não tem luxos, mas tem dinheiro. O palácio da sua Prefeitura não motivou o concurso entre as sumidades da engenharia, nem custou milhares de contos, mas é um edifício na altura da situação: é uma lettra que diz com a careta... O prefeito é o ilustre coronel Thaumaturgo de Azevedo, homem activo, inteligente e enérgico. Ele que não fez cousa melhor, lá sabe porque foi... Uma tenda de rude trabalho, este palácio da Prefeitura do Alto Juruá. (O Malho, RJ, 14 de julho de 1906, Ano V, N.200)

NO ALTO ACRE FEDERAL: – A casa Cacáo, um dos melhores estabelecimentos comercias da cidade de Xapury. Foi nessa casa que se realizou o torneio de bagatela de que nos ocupamos em o número passado. Entre os objetos expostos vê-se uma grande boneca dentro de uma caixa de papelão – o que prova que perante os primores dessa indústria são iguais o Alto Acre e a nossa Avenida Central. (O Malho, RJ, 16 de fevereiro de 1907, Ano VI, N.231)

Grupo de crianças da família do Coronel João Pedro Sevalho, capitalista residente no Alto Juruá, Territorio do Acre. A presente gravura é, principalmente, uma prova do erro em que geralmente laboramos, considerando o Acre uma terra inabitável. Se o fosse, os leitores não veriam aqui essas lindas e robusta crianças, tão bem dispostas como as que habitam as alturas de Petropolis. (O Malho, RJ, 26 de janeiro de 1907, Ano VI, N.228)

Sobrado onde foi inaugurado o Departamento do Alto Juruá, no dia 7 de setembro de 1904, pelo Exmo. Sr. Coronel Dr. Gregorio Thaumaturgo de Azevedo. Nesta casa funcional o Posto Fiscal de Juruá, durante mais de um ano, tendo como chefe o Exmo. Sr. Tenente-coronel Antonio Pereira da Silva, que se acha na janela com sua Exma. consorte. O 2.º prédio é residência do Exmo. Sr. Antonio João Pedro Cevalho, proprietário do seringal. A instalação é típica do relativo atraso em que se acha o futuro Estado do Acre: ainda assim porém, vai além da expectativa dos que supunham que o governo local funcionava no meio do mato, entre os bichos mais ferozes que os 25... perseguidos pela policia... (O Malho, RJ, 2 de fevereiro de 1907, Ano VI, N.229)

UMA FOTOGRAFIA INTERESSANTE
NA CIDADE DO XAPURY, Departamento do Alto Acre Federal: um animado torneio de bagatella, realizado em 15 de julho na Casa Cacáo, e na qual tomou parte gente da melhor sociedade: – foram juízes os Srs. 1) Rodrigo de Carvalho; 2) João Coelho de Miranda; 3) José Bastos. Foram campoões, os Srs 4) Dr. Cezar Rossas; 5) Fulgencio Cruz; 6) Sesostres Cahan Coqueiro; 7) Dr. Esperidião Queiroz; 8) Euclydes Maranhão. Este clichê foi-nos oferecido para mostrar que o Acre não é tão feio como se pinta: tem vida, ânimo e diversões – como diz textualmente a nota. (O Malho, RJ, 9 de fevereiro de 1907, Ano VI, N.230)

Alunos e professor da escola pública da cidade Sena Madureira, Alto Purús (Acre). (O Malho, RJ, 1908, Ano VII, N.325)

NO ALTO PURUS
O Dr. Candido Marianno, prefeito do Alto Purús (oterceiro à esquerda); o Dr. Bueno de Andrade, chefe da comissão de melhoramento do Acre (o quarto): auxiliares de sua administração e pessoas de suas famílias. (O Malho, RJ, 19 de dezembro de 1908, Ano VII, N.327)

Chegado do prefeito coronel Gabino Besouro à villa Rio Branco, sede da Prefeitura do Alto Acre. (O Malho, RJ, 26 de setembro de 1908, Ano VII, N.315)

Villa Rio Branco, Acre: coronel Gabino Besouro (o que está ao centro, de branco e chapéu de palha) em excursão pela villa com a sua comitiva. (O Malho, RJ, 26 de setembro de 1908, Ano VII, N.315)

Uma rua da cidade Sena Madureira, no Alto Purús (Acre). ). (O Malho, RJ, 1908, Ano VII, N.325)


ALTO ACRE FEDERAL – JUSTIÇA PUBLICA
1. Dr. Sylvio Gentio de Lima, juiz de direito; 2. Octavio Moura Chaves, promotor publico; 3. Diniz Maceió, juiz substituto; 4. Lopes Cardoso Junior, escrivão e tabelião; 5. Angelo Sampaio, oficial de justiça. Como se terá visto e portado esse pessoal da justiça, perante o formidável avança denominado revolução do Acre? É o que havemos de ver... (O Malho, RJ, 30 de julho de 1910, Ano IX, N.411)

CONFINS DO BRASIL
Villa Rio Branco, sede do Alto Acre. Fotografia tirada por ocasião da chega do coronel Gabino Besouro, prefeito daquela região, onde, há pouco, foi assassinado o coronel Plácido de Castro. (O Malho, RJ, 17 de outubro de 1908, Ano VII, N.318)


O ACRE NO RIO DE JANEIRO
Banquetes dos acreanos ao seu chefe coronel Antunes D’Alencar no salão nobre da Confeitaria Paschoal a 17 de setembro de 1910. – Um dos grupos formados após o banquete: da esquerda para a direita, sentados: Dr. Arthur Vasconcellos, Dr. Candido Mariano, Dr. Rodrigues Saldanha, Coronel Antunes d’Alencar, senadores, Azeredo, Joé Euzebio, Arthur Lemos, Dr. Fausto de Sá, deputado Pedro Lago e de pé, coronel Assis Hollanda, Cassiano Silva, J.J. Magalhães, Absalon Moreira, Drs. Moreira da Silva, Sousa Ramos, Luiz Bahia, deputado Eduardo Saboia, Dr. Belisario Tavora, 3.º plano: Drs. Cicero D’Alencar e Godofredo Maciel. (O Malho, RJ, 24 de setembro de 1910, Ano IX, N.419)


NOS CONFINS DO BRASIL
Villa Rio Branco, Alto Acre: população do lugar e amigos políticos despedindo-se do Dr. Gentil Noberto e da comissão acreana que veio aqui pedir ao governo federal as regalias políticas e administrativas que em parte foram concedidas aquelle rico território. Gentil Noberto é o que está com bonet, ao centro do grupo, e o edifício ao fundo é o Hotel 24 de Janeiro. (O Malho, RJ, 11 de junho de 1910, Ano IX, N.404)


JUSTIÇA, CONTRA OS ASSASSINOS
No Palacio Monroe: sessão cívica comemorativa do 2.º aniversario do assassinato do coronel Plácido de Castro – o heroico libertador do Acre – realizada na noite de 12 corrente. Aspecto da meza presidida pelo Dr. Demetrio Ribeiro, tendo à direita o Dr. Pedro Moacyr, que fez o discurso final, e, à esquerda, o Dr. Orlando Lopes, lendo o primeiro discurso. À esquerda deste orador vê-se o coronel Antunes de Alencar, chefe acreano, vindo expressamente ao Rio de Janeiro para tratar da autonomia do Acre. (O Malho, RJ, 20 de agosto de 1910, Ano IX, N.414)


O ACRE NO RIO
Grupo em que, a contar da esquerda, se veem os Srs.: coronel Absalão Moreira, delegado e sub-prefeito do Alto Juruá; Dr. Souza Ramos, delegado do Alto Purús; coronel Antunes de Alencar, chefe do partido autonomista acreano; coronel Assis Hollanda, delegado do Alto Purús. Os quatro registram em amena conversa na Avenida Central, a pacificação completa do território do Acre com a esperança de medidas que satisfaçam as aspirações dos habitantes d’aquela riquíssima zona. Deus os ouça e o diabo seja surdo... (O Malho, RJ, 26 de novembro de 1910, Ano IX, N.428)


ASPECTOS DO ACRE
Barracão do seringal Siberia, de propriedade do coronel José Soares Pereira. Em frente deste barracão fica a cidade de Xapury, na margem oposta do rio Acre. Os volumes que se veem no chão são as tradicionais “balas” de borracha. (O Malho, RJ, 16 de julho de 1910, Ano IX, N.409)


NOS CONFINS DO BRASIL
No Alto Acre: formatura da “Sociedade de Tiro Brazileiro no Acre””, que tem como presidente o capitão Antonio José de Lima Camara e por instrutor , o 2.º tenente Manuel Aranha. (O Malho, RJ, 26 de fevereiro de 1910, Ano IX, N.389)


NOS CONFINS DO BRASIL
Um aspecto de villa Catuaba no Acre: edifício principal e dependência da Mello-Rubber-Catuaba, sob a gerência do Sr. Augusto Bacurao. À frente do estabelecimento exportador veem-se centenas dos tradicionais volumes de borracha. (O Malho, RJ, 1910, Ano IX, N.401)


CLIMA CALUMNIADO
Cidade da Empreza, Alto Acre: – Grupo na festa de noivado do Dr. Narbal B. Gurjão, cirurgião dentista, com uma distincta professora. Assistiram a esta festa e estão  nesta fotografia, os Exms. Srs.: Prefeito, Dr. Leonidas de Mello; juiz de Direiro, Dr. Silvio Gentil, bacharéis, Drs. José Maia e Euzebio de Queiroz, Dr. Americo Augusto Santa Rosa, cirurgião dentista; Salvador Désiré Pannain; o importante negociante Newton Maia e outras pessoas gradas. O aspecto saudável e alegre de toda esta gente justifica o título do presente quadro: o clima do Alto Acre é excelente, mas muito caluniado pelos ignorantes ou pelos que tem o vicio inveterado de julgarem tudo de ouvido... (O Malho, RJ, 8 de abril de 1911, Ano X, N.450)


NOS CONFINS DO BRASIL
Uma importante casa do commercio em Porto Acre, por onde se pode avaliar o progresso dessa região. (O Malho, RJ, 16 de dezembro de 1911, Ano X, N.483)


O FEMINISMO NO ACRE
Eleição popular e muito disputada (como diz a nota) entre as famílias acreanas para organização (não se assustem) da Irmandade N. S. da Conceição, padroeira do Departamento do Alto Acre. Presidente, Maria da Cunha Rola; vice-presidente, Filomena Maia; 1.ª secretária, Anna Teixeira; 2.ª Maria Augusta Maia; thesoureira, Maria Porto; Vogaes, Francisca Parente, Benedicta Tavares, Judith de Vasconcellos, Maria Queiroz Lima, Esther Alencar Memoria, Enoi Maia, por Isaura Soares. Por onde se vê que o feminismo no Brazil não passa destas cousas inócuas, talvez por felicidade nossa... (O Malho, RJ, 9 de dezembro de 1911, Ano X, N.482)


NOS CONFINS DO BRASIL
No Alto Acre: o seringal “Bagaço” em festa.
Essa importante propriedade industrial pertence aos Srs. coronéis Daniel Ferreira e José Ferreira, sob a firma comercial de Ferreira & Irmão. (O Malho, 1 de abril de 1911, Ano X, N. 446)


THEATRO NACIONAL NOS CONFINS DO BRAZIL
Em Sena Madureira, Alto Purus, Território do Acre: sócios do “Grêmio Recreatico” representando uma espirituosa comedia, no palco do Teatro “Cecy”. São eles: ajoelhados, Ruy Mattos e senhorita Ivone Tamborini; de pé, à direita: José Rubim de carvalho; de pé, à esquerda, 1.º plano, Alberto Van Lume; 2.º plano, Moysés Ramalho; e 3.º Carlos Cunha. O elegante teatrinho foi construído  na administração prefeitural do capitão do exército Dr. Samuel Barreira, que é o presidente do referido Grêmio e de outras associações acreanas. Os espetáculos do Grêmio tem sido honrados com a presença do Dr. Godofredo Maciel, atual Prefeito do Departamento. (O Malho, RJ, 29 de julho de 1911, Ano X, N.463)


A JUSTIÇA NO ALTO ACRE
Eis o que é a Justiça no Departamento do Alto Acre!!! A photografia é demais eloquente: n.1 – Dr. Sylvio Gentio de Lima, juiz substituto actualmente na vara de Direito e que presidio o jury dos de ns. 2 e 6 na villa Rio Branco e cidade do Xapury.  N.2 – Antonio Lopes Cardozo Filho, escrivão, tabelião da Comarca do Alto Acre, casado, e que é acusado de, em 12 de abril de 1910, haver morto a infeliz mundana, Joanna Matta. N.3 – Actual promotor Públlico interino da Comarca do Alto Acre, Sr. Oliveira Penteado. N.4 – Advogado Steiner, que ficou com o cartório da Comarca, cujo serventuário vitalício é o de n.2; este é acusado de em 24 de agosto passo em Xapury, haver morto covardemente o importante negociante Arthur Benigno e foi impronunciado. N.5 – Ex-Juiz Preparador do Xapury, cuja nomeação foi cassada pelo ilustre ministro Dr. Rivadavia Correia. Chama-se João Adolpho Memoria. N.6 – O conhecidíssimo Alfredo Peres, que dizem ser o assassino de Mirandella, absolvido pelo Juiz Substituto, sem apellação, quer do Juiz.  Veja a Nação, veja o Governo federal como o Acre é infeliz com a justiça que tem! E ainda por cima chamam os acreanos de povo desordeiro!!! (O Malho, RJ, 10 de agosto de 1912, Ano XI, N.517)


AVIAÇÃO NO BRAZIL
Aeroplano sem hélice inventado, inventado em Senna Madureira, no Acre, pelo 2.º sargento Luiz Bezerra de Araujo e com a qual já têm sido feitas algumas experiências. (O Malho, RJ, 21 de dezembro de 1912, Ano XI, N.536)


NO EXTREMO NORTE
Na Empreza, no Alto Acre – aspecto de um almoço oferecido à oficialidade da canhoneira Acre. Veem-se os Srs. comandantes João Noaves (1); major Horacio Amorim (2); machinista Paiva (3); comandante do vapor Ajuricaba (4); major José Braga (5); imediato Theophilo Faria (6); capitão Manoel Guedes Sobrinho (7); tenente Vasques (8) e tenente Cantarino (9). (O Malho, RJ, 14 de setembro de 1912, Ano XI, N.522)


EXÉRCITO NO ACRE
Grupo de inferiores da Companhia Regional do Alto Acre, estacionada em Pennapolis. (O Malho, RJ, 22 de junho de 1912, Ano XI, N.510)


GAÚCHOS AO NORTE
Em Porto Acre, territorio federal, casa de propriedade do major Octavio de Moura Chaves (n.1). O n.2 é pharmaceutico Alfredo Meira e o n.3 o capitão Philadelpho Ramos. (O Malho, RJ, 5 de outubro de 1912, Ano XI, N.525)


O PROGRESSO ACREANO
Quatro esforçados propugnadores do progresso do Acre. São os Srs.: 1) Coronel José Vincente de Assumpção; 2) major Arthur Napoleão; 3) Gastão Souto; 4) Dr. Hugo Carneiro Ribeiro. Todos residem naquele território. O n.5 é o indígena Ibonam, tutelado do Dr. Hugo Carneiro.” (O Malho, RJ, 12 de outubro de 1912, Ano XI, N.526)

Edifício onde funciona a mesa de rendas de Porto Acre, construído pelo esforçado administrador Coronel Joaquim Freire da Silva, sem despesas para os cofres da União. (O Malho, RJ, 6 de janeiro de 1912, Ano XI, N.486)

UMA FAMÍLIA ACREANA
O coronel José Augusto Maia, importante negociante da cidade da Empreza (Alto Acre), sua esposa e filhos. (O Malho, RJ, 2 de março de 1912, Ano XI, N.494)
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